quinta-feira, agosto 13, 2026
CORRETOR SEMPRE
Advertisement
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
CORRETOR SEMPRE
No Result
View All Result
Home Últimas Notícias

Produção de carne bovina do Brasil deve cair em 2026 em meio a tarifas, barreiras comerciais e incertezas no mercado global

redacao by redacao
05/08/2026
in Últimas Notícias
0 0
0
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


Currais em São Paulo usam biometria facial em bois
O setor de carne bovina brasileiro deve enfrentar um cenário internacional bem mais desafiador ao longo de 2026.
A combinação de conflitos geopolíticos, imposição de novas tarifas e barreiras comerciais no exterior tem criado obstáculos adicionais para a cadeia produtiva, segundo avalia o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa.
🐂 Em 2025, o rebanho bovino brasileiro foi estimado em 195,5 milhões de cabeças, mantendo o país na liderança mundial em número de animais destinados à produção comercial a frente dos EUA.
Durante evento do setor em São Paulo nesta quarta-feira (5), o presidente da ABIEC destacou que a situação macroeconômica global e as decisões unilaterais de grandes parceiros comerciais exigirão maior flexibilidade e capacidade de adaptação das indústrias brasileiras.
“Enfrentamos questões geopolíticas, recessões, tarifas, cotas e salvaguardas impostas unilateralmente. Tudo isso cria ainda mais dificuldades para o setor produtivo”, afirmou Perosa a participantes da Exposição Internacional de Proteína Animal.
A mudança no ambiente externo já se reflete de maneira direta nas projeções de oferta e processamento do país. Segundo estimativas apresentadas pela Abiec, o volume de abate no Brasil deve girar em torno de 40 milhões de cabeças de gado em 2026, indicando uma desaceleração no ritmo de produção industrial em comparação com o período anterior.
Gado confinado em Barretos, São Paulo.
Joel Silva/Reuters
Como foi o ano passado: recordes de abate e forte ritmo de produção
O cenário de maior cautela esperado para a pecuária brasileira em 2026 contrasta com o desempenho registrado no ano passado. Em 2025, o setor viveu um período de oferta elevada de animais e forte ritmo de produção nos frigoríficos.
Ao longo do ano, o Brasil movimentou cerca de 42 milhões de cabeças de gado, impulsionado por um momento favorável do ciclo pecuário e pela demanda internacional aquecida.
O bom desempenho das exportações também ajudou a sustentar o setor. A China continuou como principal destino da carne bovina brasileira, enquanto mercados mais exigentes, como o europeu, mantiveram as compras de cortes de maior valor agregado.
Relembre: Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo
Em 2025, a União Europeia importou mais de US$ 1,04 bilhão em carne bovina brasileira. O resultado ajudou os frigoríficos nacionais a manterem bons níveis de operação e a posição de liderança do Brasil no comércio global de proteína animal.
Em 2026, setor enfrenta pressão de grandes mercados
Para este ano, o cenário é mais desafiador. O setor deve lidar com uma desaceleração das compras chinesas, após anos de forte crescimento, além dos impactos de medidas protecionistas e mudanças nas regras de comércio internacional.
Na Europa, novas exigências também aumentam a pressão sobre produtores e exportadores. A União Europeia passou a cobrar uma rastreabilidade mais ampla para comprovar que a carne importada não teve contato com determinados antimicrobianos durante toda a vida do animal.
Antes, o controle era concentrado nos últimos 100 dias de engorda por meio da chamada lista Trace. A mudança exige uma adaptação dos produtores e da indústria, que pode levar até dois anos para ser totalmente implementada.
Mesmo com os desafios, representantes do setor avaliam que a diversidade de mercados compradores ajuda a reduzir os impactos. A estratégia das empresas é ampliar vendas para países do Sudeste Asiático, fortalecer negócios no Oriente Médio e buscar novas oportunidades nas Américas. Entenda:
Veto da UE atinge carne e mel brasileiros enquanto ganhavam espaço no mercado europeu
UE compra pouco da carne bovina do Brasil, mas paga mais e abre portas para outros mercados
*Contém informações da Reutersn
Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/08/05/producao-de-carne-bovina-do-brasil-deve-cair-em-2026-em-meio-a-tarifas-barreiras-comerciais-e-incertezas-no-mercado-global.ghtml

Previous Post

Eduardo Bolsonaro atribui a Lula crise diplomática após cancelamento de visto de embaixadora

Next Post

Ex-chefe de gabinete de Lula deixa campanha após investigação da PF sobre empréstimo de R$ 249 mil

redacao

redacao

Next Post
Ex-chefe de gabinete de Lula deixa campanha após investigação da PF sobre empréstimo de R$ 249 mil

Ex-chefe de gabinete de Lula deixa campanha após investigação da PF sobre empréstimo de R$ 249 mil

CORRETOR SEMPRE

© 2026 CORRETOR SEMPRE

  • Contato
  • Contato
  • CORRETOR SEMPRE
  • Quem Somos
  • Quem Somos

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato

© 2026 CORRETOR SEMPRE